Moda sustentável

A moda brasileira está entre as cinco maiores semanas de moda do mundo. De acordo a Associação Brasileira da Indústria têxtil e de Confecção (ABIT), o setor está no em segundo lugar como maior empregador da indústria de transformação, quarto maior em confecção e quinto maior em produção têxtil do mundo, com faturamentos que chegam a US$ 37 bilhões.

Além dos elevados números presentados, o Brasil se destaca também por ser a última cadeia têxtil completa do Ocidente, isto é, única que atua produzindo desde a matéria prima até a confecção e varejo. Estes e outros dados destacam a importância da moda para a economia nacional e mundial.

Com isso, é inevitável o olhar atento dos profissionais que atuam ou que desejam atuar no nicho, levando a refletir sobre as problemáticas questões ambientais e posteriormente jurídicas.

Os modelos de prevenção de riscos (programas de compliance), sobre os quais atendem as normas jurídicas e administrativas, tem sido de grande utilidade.

Nessa linha de raciocínio, foi inserido no mercado a expressão Moda sustentável ou Moda ética, verde, consciente, eco, entre outras. Essas fortes expressões nada mais são do que conceitos definidos por metodologias e processos de produção que não sejam prejudiciais ao meio ambiente. Isto é, a criação de roupas e acessórios sem prejudicar o ecossistema que existe ao longo da cadeia de produção de moda.

O grande segredo por traz deste conceito, é que ele deve ser aplicado por toda cadeia de produção de tecidos e, consequentemente, das peças de roupa.

O que muitas pessoas e empresas ainda não sabem, é que existem várias formas de inserir na sustentabilidade no ramo da moda, ressaltando algumas: o uso material naturais e renováveis como aqueles de logística reversa; as lojas seguindo padrões ambientais, como a redução do uso de energia e água; a adoção de meios de trabalho onde não existam exploração infantil bem como trabalho análogo à escravo, pirataria, entre outros.

A verdade é só uma, as técnicas existem e podem sim equilibrar os aspectos econômicos, sociais e ambientais das empresas e com isso trazendo um modelo de gestão com práticas que possam atender demandas internas e externas de maneira eficiente, ética e sustentável.

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